quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Box sweet box

Como sabia que estaria exausta depois do voo e pela mudança de fuso pensei em reservar um quarto privado, a última coisa que queria era ter que entrar num quarto cheio de beliches e ser obrigada a olhar pra cara do meu vizinho de lado. Não sou muito fã de backpackers, acho uma total falta de privacidade. Ao mesmo tempo não queria gastar para ficar num quarto privado.

A solução veio em forma de caixa. Encontrei um backpacker onde os hóspedes ficam dentro de caixas de madeira, mais asiático impossível. São compartimentos bem espaços e ultra modernos, com direito a luz, tomada, cortininha, e até uma conexão com o caixa ao lado, caso tenha alguma conhecido seu dormindo ao lado. Você está num quarto com 12 estranhos, mais cada um na sua caixinha, no seu mundinho, uma sensação incrível de privacidade. Leitor da curioso? Seguem algumas fotinhos da caixa ca fofo. 




Mas como nem tudo é perfeito, no segundo dia acordo e o quarto está com um cheiro horrível de alho misturado com gelol.  Sem brincadeira, poucas vezes me lembro de um cheiro ter me causado ânsia de vomito, mas aquele odor conseguiu essa proeza. Fui obrigada a me dirigir apressadamente a varanda a fim de evitar um golfo. 

Me lembrei uma amiga comentara comigo algo parecido, mandei um whatssap indagando que raios era aquilo. Então ela me disse que alguns sul coreanos tem aquele odor. Provavelmente ele comem algo com muito alho, senão ele puro, e durante á noite exalam a raiz. 

Quanto ao gelol acredito que seja tiger balm, pomada fartamente utilizada por alguns asiáticos para dores musculares, picadas e tudo mais. A combinação dos dois você pode imaginar, né?  Nada contra os sul-coreanos, inclusive tenho bons amigos coreanos em Sampa, mas esse aspecto foi um choque cultural olfativo.

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